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5 modelos de negócio para apps
16 . Novembro . 2015
  • apps
  • negócio

O desenvolvimento de aplicações móveis (apps) está a tornar-se um negócio de grande dimensão, estimando-se que será um negócio que valerá 70 mil milhões de dólares em 2017. O trabalho que envolve toda a criação, programação, lançamento e promoção de uma app é mais do que muito, pelo que a comercialização da mesma – no sentido de reaver o investimento inicial – faz todo o sentido. E como ganhar dinheiro com uma app? Existem diversos modelos de negócio a considerar.

Que modelos de negócio existem para as apps?

Os modelos de negócio passíveis de serem implementados com o objetivo de rentabilizar uma aplicação móvel são diversos, mas nem sempre de fácil escolha por parte dos produtores de apps. Entre as escolhas mais populares atualmente, podemos destacar: a publicidade, a venda da app em si, os serviços/funcionalidades que podem ser adquiridos dentro da própria app (in-app purchases), a subscrição, ascomissões de transação e de referência.

1. Publicidade

No que toca a rentabilizar uma app, o modelo de negócio mais popular de todos é, provavelmente, a publicidade. Porquê? Devido não só à facilidade de implementação, como à aceitação generalizada pelos utilizadores de aplicações móveis.

2. Venda da App

Uma app paga, ou seja, a venda simples da app, que ocorre como um pagamento efetuado uma única vez, é outro modelo de negócio muito comum quando se considera a rentabilização de aplicações móveis. No entanto, a escolha desta fonte de rendimento afeta de forma significativa o número de downloads das aplicações móveis, isto porque existe uma concorrência muito elevada de apps grátis que oferecem serviços semelhantes. Naturalmente, os utilizadores tendem a ser muito sensíveis ao preço e, como tal, a sua escolha recai normalmente na opção gratuita.

3. In-app purchases

Devido a esta tendência natural dos utilizadores preferirem fazer o download de apps assinaladas como grátis, por parte dos produtores também existe uma predisposição para disponibilizar as apps como grátis, permitindo depois a compra de funcionalidades adicionais dentro da app (in-app purchases) como, por exemplo, a opção de remover a publicidade exibida.

4. Modelo de subscrição

Outro modelo de negócio que também permite disponibilizar a app de forma gratuita, é o modelo de subscrição. Este modelo pode ter várias variantes em termos de implementação, no entanto, é habitualmente aplicado da seguinte forma: é disponibilizada uma versão grátis da app, mas reduzida no que toca a funcionalidades do serviço. Depois, tenta-se convencer os utilizadores a subscreverem o serviço completo através do pagamento recorrente (mensal, trimestral, anual, etc.) de uma subscrição. Este tipo de modelo específico é conhecido como freemium.

5. Comissões de transação e de referência

Uma outra fonte de rendimento que as apps podem adotar prende-se com a recolha de comissões de transação e de referência para a venda de produtos e serviços de outras empresas. O que significa isto exatamente? Uma app que facilita uma transação vantajosa para dois utilizadores pode trazer uma comissão de transação para o produtor da app; no final de um jogo, um convite para fazer o download de outro jogo semelhante pode trazer uma comissão de referência para o produtor da app.

Como escolher o modelo de negócio certo para a sua app?

A escolha de um modelo de negócio para a rentabilização de uma app não tem que ser limitada a apenas uma das opções existentes – a verdade é que esse modelo de negócio pode incluir uma combinação de vários ou até de todos em simultâneo. Não há nada como experimentar e ver qual aquele, ou aqueles, que maiores e melhores resultados conseguem!

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