3 bons motivos para criar uma aplicação móvel nativa

3 bons motivos para criar uma aplicação móvel nativa
02 . Novembro . 2015
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Viajante olha para um mapa de uma cidade

Tem uma ideia para uma app ou o seu projeto precisa de dar o salto para também incluir uma aplicação móvel? Existem muitos fatores a ter em conta na hora de começar a desenvolver uma app e um dos quais passa pela decisão: em que tipo de desenvolvimento apostar? Apresentamos 3 bons motivos para apostar na criação de uma aplicação móvel nativa.

3 tipos de desenvolvimento para criar uma app

  1. Apps Nativas: uma aplicação móvel nativa é uma app que foi desenvolvida para ser utilizada numa plataforma ou dispositivo específico (iOS ou Android), usando as ferramentas e a linguagem de desenvolvimento correspondentes àquelas que o sistema em questão suporta. Uma app nativa pode assim interagir e tirar partido das funcionalidades do próprio sistema operativo e de outro software que esteja instalado nessa plataforma, o que faz desta opção uma excelente aposta.
  2. Apps HTML5: estas aplicações móveis são normalmente desenvolvidas usando ferramentas tecnológicas base como HTML5, JavaScript e CSS. Isto significa que estas apps funcionam em múltiplas plataformas, mas com algumas limitações – caso do acesso às funcionalidades nativas do dispositivo móvel (calendário, câmara fotográfica, geolocalização…), a gestão da sessão, a segurança em termos de arquivo offline, entre outras.
  3. Apps Híbridas: tal como o próprio nome indica, o desenvolvimento de aplicações móveis híbridas permite a junção das funcionalidades quer das apps nativas, quer das apps HTML5 e isso inclui, naturalmente, os aspetos mais positivos e os menos positivos de cada uma.

Porquê criar uma app nativa?

Na hora de criar uma app ou adjudicar esse serviço a um especialista na matéria, há várias decisões importantes a serem tomadas e uma delas está relacionada com a forma como a app vai ser desenvolvida. Comparativamente às apps híbridas e apps HTML5, as apps nativas ganham em áreas tão cruciais como visualização, performance e utilização.

1. Compatibilidade tecnológica

Uma vez que a app é desenvolvida especificamente para o sistema operativo do dispositivo em questão, uma app nativa não só tem a capacidade de utilizar esse hardware e software específicos, como tem ainda a vantagem de poder aproveitar a tecnologia mais recente dos próprios dispositivos móveis. Para além de manter a lista de contactos atualizada, é possível sincronizar com o sistema de posicionamento global (GPS), com a câmara e o calendário, etc.

2. Velocidade

Se formos ouvir os utilizadores das apps, uma das reclamações mais frequentes está relacionada com o seu desempenho em termos de velocidade. Como têm acesso direto ao sistema operativo do dispositivo – e por terem sido programadas na linguagem nativa desse mesmo dispositivo – as apps nativas são muito mais rápidas do que as apps não nativas.

3. Experiência do utilizador

Uma vez que são desenvolvidas de acordo com a linguagem nativa do dispositivo, as apps nativas tornam-se não só visualmente mais apelativas, como promovem uma experiência mais consistente com o sistema operacional e com as restantes apps da plataforma… e o utilizador agradece!

O exemplo do Facebook

O sucesso da maior rede social do mundo, o Facebook, é marcado por muitas experiências e testes, alguns dos quais fracassaram. Um exemplo disso foi precisamente com a app para dispositivos móveis, como revelou o próprio fundador, Mark Zuckerberg, durante uma conferência nos Estados Unidos: “Demos vários passos errados. O maior erro que cometemos como empresa foi apostar muito no HTML5 em vez do nativo… Desperdiçamos dois anos.”. De acordo com o CEO do Facebook, o sucesso só foi alcançado depois de terem adotado o código nativo, tanto para iOS como para Android.

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